O setor arrozeiro pediu a suspensão temporária dos leilões para que os produtores não sejam prejudicados com a depreciação do preço do arroz. A expectativa é que o governo federal não realize pregões nesta semana, quando representantes do setor e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) se reunirão para avaliar os quatro leilões realizados em maio.
Os arrozeiros querem uma melhor distribuição dos leilões e uma oferta menor do produto. Segundo o presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Maurício Fischer, a proposta é a realização de um pregão a cada 15 dias, com a oferta de 50 mil toneladas cada. Cerca de 275 mil toneladas de estoques públicos foram vendidas desde o início de maio.
Fischer ressaltou que, enquanto isso, o produtor deverá ter cautela na comercialização. “O mercado está se modificando todos os dias”, explicou. Para o presidente do Irga, os arrozeiros devem esperar o preço se estabilizar para reiniciarem as vendas.
De acordo com o indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a cotação do arroz caiu mais de 5% esta semana e a saca foi negociada a R$ 33,48 na sexta-feira, dia 30.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário